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	<title>admin, Autor em Security4IT</title>
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		<title>Vamos falar de Zero Phishing?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 12:33:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É muito comum que cibercriminosos tentem roubar senhas, nomes de usuário, dados de cartão de crédito e outras credenciais corporativas. Além disso, a maioria desses ataques de phishing acontece por e-mail, sites falsos e mensagens que imitam empresas conhecidas. Depois do roubo, os criminosos costumam vender essas informações em diversas plataformas. Pensando nisso, a Security4IT [&#8230;]</p>
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<p>É muito comum que cibercriminosos tentem roubar senhas, nomes de usuário, dados de cartão de crédito e outras credenciais corporativas. Além disso, a maioria desses ataques de <em>phishing</em> acontece por e-mail, sites falsos e mensagens que imitam empresas conhecidas. Depois do roubo, os criminosos costumam vender essas informações em diversas plataformas.</p>
<p>Pensando nisso, a Security4IT decidiu explicar uma funcionalidade da nossa parceira Check Point Software Technologies. Ela já vem embarcada nos firewalls da marca e se chama <em>Zero Phishing</em>. Na prática, a solução define as configurações de prevenção contra <em>phishing</em> e impede que suas credenciais sejam compartilhadas em URLs maliciosas.</p>
<h2 class="wp-block-heading">O que o Zero Phishing protege</h2>
<p>O grande potencial dessa <em>feature</em> está na proteção contra ataques de <em>Zero Phishing</em>. Assim, ela evita a reutilização de senhas, bloqueia acessos indevidos e registra cada tentativa suspeita. Esse registro serve, sobretudo, para categorizar se um site é <em>phishing</em> ou não.</p>
<p>Portanto, quando o sistema identifica um site suspeito, ele bloqueia o acesso automaticamente e cria um log para cada site malicioso.</p>
<p>Você já parou para pensar nos danos e nas perdas que sua empresa poderia enfrentar caso fosse vítima de um ataque de <em>phishing</em>? Talvez você não conheça o fluxo de trabalho do <em>Zero Phishing</em> da Check Point, mas ele segue alguns passos.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Como funciona na prática</h2>
<p>Existem dois mecanismos principais no <em>Zero Phishing</em>: a Prevenção de <em>Phishing</em> e a Prevenção de <em>Phishing</em> no navegador.</p>
<ul>
<li>O <em>Phishing Prevention</em> detecta formulários estáticos no HTML e envia a URL via Check Point Online Web Service para a nuvem Check Point, bloqueando o site caso seja identificado como <em>phishing</em>.</li>
<li>A prevenção contra <em>phishing</em> no navegador usa injeções de JavaScript executadas no lado do cliente. Assim, quando o usuário clica em um campo de login, o código verifica a URL do site na nuvem Check Point. O bloqueio segue a classificação da nuvem e a política configurada.</li>
<li>O daemon ZPHD envia logs, recebe respostas da nuvem Check Point e determina a contra-ação final diante de sites de <em>phishing</em>, de acordo com a política definida. Ele também envia logs de administração.</li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading">Por que isso importa para o seu negócio</h2>
<p>Por esse motivo, a Security4IT e a Check Point Software Technologies decidiram compartilhar este artigo. Afinal, o objetivo é mostrar o potencial desse produto e como podemos apoiar o seu negócio.</p>
<p>Na maioria das vezes, configurar esses passos do <em>Zero Phishing</em> pode parecer um pouco trabalhoso. Ainda assim, não deve ser negligenciado: quando uma credencial é roubada, a empresa pode sofrer prejuízos de várias formas. Dessa forma, hoje você conheceu um pouco sobre o <em>Zero Phishing</em> e seus principais benefícios.</p>
<p>Gostou do conteúdo? Esperamos que essas informações sejam úteis. Continue nos acompanhando, pois vamos seguir compartilhando as novidades que a Check Point está lançando no mercado!</p>
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		<title>Gartner prevê que 30% das organizações enfrentarão violação de segurança até 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 12:30:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A sua empresa está realmente preparada para enfrentar possíveis ameaças cibernéticas nos próximos meses? De acordo com o Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas de TI, até 2025, aproximadamente 30% das organizações de infraestrutura crítica enfrentarão uma violação de segurança. Como resultado, essas empresas poderão enfrentar interrupções de um sistema ciberfísico de [&#8230;]</p>
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									<article id="post-2746"><article id="post-2846"><article id="post-3098"><article id="post-3101"><article id="post-3107"><article id="post-3130"><div class="blog-content"><article id="post-3157" class="post-3157 post type-post status-publish format-standard has-post-thumbnail hentry category-artigos"><div class="blog-content"><div class="blog-content"><div class="blog-content"><p>A sua empresa está realmente preparada para enfrentar possíveis ameaças cibernéticas nos próximos meses?</p><p>De acordo com o Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas de TI, até 2025, aproximadamente 30% das organizações de infraestrutura crítica enfrentarão uma violação de segurança.</p><p>Como resultado, essas empresas poderão enfrentar interrupções de um sistema ciberfísico de missão crítica ou operacional.</p><p>Continue a leitura desse artigo e fique por dentro desse tema de extrema importância para a segurança da sua empresa!</p><h4><strong>A preocupação mundial com a cibersegurança</strong></h4><p>Nenhum país se sente 100% seguro quando o assunto é a segurança da infraestrutura crítica.</p><p>Hoje, uma das maiores preocupações dos governos em todo o mundo, é justamente esse ponto.</p><p>Inclusive, grandes potências como Estados Unidos, Reino Unido, União Europeia, Canadá e Austrália, têm identificado setores considerados como “infraestrutura crítica”.</p><p>Para exemplificar, esses países observaram que estruturas de comunicações, transporte, energia, água, saúde e instalações públicas podem ser violados com facilidade.</p><p>A infraestrutura crítica é propriedade do estado de muitos países, no caso dos Estados Unidos, a indústria privada possui e opera uma parte muito maior dela.</p><p>Nessa realidade, em diversos países os governos estão percebendo que a infraestrutura crítica nacional tem sido um campo de guerra fria.</p><p>Com as ameaças atuais, o Estado deve passar a tomar medidas para exigir mais controles de segurança para os sistemas que sustentam esses ativos.</p><h4><strong>Dados da pesquisa da Gartner</strong></h4><p>De acordo com uma pesquisa recente do Gartner,  38% dos entrevistados esperavam aumentar os gastos com segurança de tecnologia operacional (OT) entre 5% e 10% em 2021.</p><p>Somente 8% dos entrevistados previam um aumento acima de 10%.</p><p>O problema é que esse é um baixo investimento quando olhamos para o nível de segurança necessário para os próximos anos.</p><p>Existe atualmente uma maior necessidade de atualização das soluções, devido ao número crescente de ameaças que são cada vez mais sofisticadas.</p><p>Por isso, proprietários e operadores de infraestrutura crítica precisam se preparar para aumentar a supervisão necessária nos próximos meses e anos.</p><h4><strong>Como proteger a sua empresa das violações de segurança e ameaças cibernéticas?</strong></h4><p>Com o aumento do risco das violações de segurança, se faz necessário uma abordagem de segurança holística.</p><p>O passar dos anos trará novas tecnologias que sustentam a infraestrutura crítica para que elas se tornem mais digitalizadas e conectadas.</p><p>Nessa realidade, os riscos de segurança para sistemas físicos e cibernéticos aumentam substancialmente.</p><p>Por isso, os setores de infraestrutura crítica precisam se preocupar mais com os perigos do mundo real.</p><p>O Gartner recomenda que os líderes de gerenciamento de segurança e risco em setores de infraestrutura crítica implementem tecnologias como as redes OT e Internet das Coisas (IoT).</p><p>Assim, é possível ter um gerenciamento mais coordenado.</p><p>Sem dúvidas, o desafio atual e futuro para os líderes  é descobrir, mapear e avaliar a postura de segurança de todos os sistemas ciberfísicos do ambiente corporativo.</p><h4><strong>Invista em tecnologia para a cibersegurança da sua empresa e fuja de ameaças cibernéticas!</strong></h4><p>Para manter as suas operações contínuas, é fundamental investir em inteligência contra ameaças.</p><p>Nessa realidade, uma das melhores práticas de segurança da atualidade são as soluções holísticas de cibersegurança.</p><p>Conheça agora mesmo as melhores tecnologias que somente a <strong><a href="https://www.security4it.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Security4IT</a></strong> e a sua consultoria podem oferecer!</p><p>Entre em contato conosco e conheça o nosso portfólio de produtos. </p><p>Gostou do conteúdo? Nós da <strong><a href="https://www.security4it.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Security4IT</a></strong> disponibilizamos muito mais no nosso blog para você, venha conferir! </p></div></div></div></article><nav class="navigation post-navigation" aria-label="Posts"></nav></div></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav>								</div>
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		<title>A chave para resolver ransomware, ameaças internas e roubo de dados</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 02:18:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ransomware, ameaças internas e roubo de dados têm um ponto em comum: o vazamento. Sim, mesmo que esforços sejam continuamente aplicados para desenvolver softwares e ferramentas para mitigar as ameaças, sempre existe uma janela de fragilidade. Geralmente, os laboratórios de pesquisa de ameaças costumam focar no uso da criptografia de ransomware, chaves e limpeza de [&#8230;]</p>
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									<article id="post-2746"><article id="post-2846"><article id="post-3098"><article id="post-3101"><article id="post-3107"><article id="post-3130"><div class="blog-content"><article id="post-3157" class="post-3157 post type-post status-publish format-standard has-post-thumbnail hentry category-artigos"><div class="blog-content"><div class="blog-content"><div class="blog-content"><p>Ransomware, ameaças internas e roubo de dados têm um ponto em comum: o vazamento.</p><p>Sim, mesmo que esforços sejam continuamente aplicados para desenvolver softwares e ferramentas para mitigar as ameaças, sempre existe uma janela de fragilidade.</p><p>Geralmente, os laboratórios de pesquisa de ameaças costumam focar no uso da criptografia de ransomware, chaves e limpeza de disco e restrição de acesso de dados.</p><p>Contudo, a exfiltração é deixada de lado.</p><p>Além do mais, as empresas costumam focar em uma única ferramenta de segurança, o problema é que isso não é o suficiente.</p><p>Para resolver esses problemas é fundamental integrar parceiros com  soluções de segurança. </p><p>Nessa realidade, nós da Security4IT trouxemos para você três problemas de segurança pertinentes e, a partir deles, você conhecerá a chave para resolvê-los.</p><p>Continue a leitura e fique por dentro do tema!  </p><h4><strong>1. Maior controle para contas de acesso remoto</strong></h4><p>Não há dúvidas atualmente sobre o quanto as contas de acesso remota são comprometidas.</p><p>Com a ascensão do home office e trabalhos remotos, a segurança dessas contas são postas à mesa, afinal, a equipe de TI nem sempre tem o pleno controle do endpoint.</p><p>Nessa realidade, iniciar uma jornada de Zero Trust Network Access é a melhor forma de controlar o acesso e ter maior segurança na sua rede.</p><p>Outra dica para aumentar a segurança de acesso remoto é federar SSO/MFA a aplicações e serviços em nuvem, para reduzir a exposição ao risco. </p><p>Na nuvem é mais fácil adicionar SaaS de segurança, principalmente aquelas baseadas em API.</p><p>Assim, verificações de segurança e configurações mais avançadas podem ser aplicadas sem muita dor de cabeça. </p><h4><strong>2. Exfiltração</strong></h4><p>De acordo com uma pesquisa realizada pelo <a href="https://resources.netskope.com/cloud-reports/cloud-and-threat-report-july-2021">Netskope Threat Labs (NTL)</a>, nos últimos 30 dias de trabalho existe um aumento de 300% na exfiltração de dados corporativos para instâncias pessoais .</p><p>Desse quantitativo, 74% desses dados são direcionados para as contas pessoais do Google Drive. </p><p>Além disso, os vazamentos de dados não ocorrem somente porque os funcionários estão saindo das empresas e realizam uma ação mal intencionada.</p><p>A verdade é que outro grande vilão da exfiltração é o trabalho remoto.</p><p>Segundo a mesma pesquisa, um usuário em um dispositivo gerenciado copia 20 arquivos da empresa para aplicações pessoais mensalmente.</p><p>Nessa realidade, é fundamental garantir os controles das políticas de proteção de dados entre a empresa e as instâncias pessoais através de aplicações de segurança.</p><h4><strong>3. Defesa na nuvem</strong></h4><p>Geralmente, as versões corporativas de nuvem possuem defesas contra ransomware para aplicações gerenciadas pela empresa.</p><p>Entretanto, a grande maioria das instâncias gratuitas e pessoais é a que mais sofre ataques.</p><p>A pesquisa do NTL revela que 68% do malware que é entregue na nuvem está direcionado a instâncias de aplicações pessoais.</p><p>Para reduzir a exposição a esse tipo de risco, a recomendação é que a sua organização utilize isolamento remoto do navegador (RBI) para sites arriscados.</p><p>Outras medidas eficazes são firewall na nuvem, controles de saída em portas e protocolos para bloquear caminhos de exfiltração.</p><p>Além disso, você pode realizar a análise de comportamento para detectar anomalias para logins e atividade na instância pessoal dos seus funcionários para mitigar possíveis ameaças.</p><h4><strong>Conclusão</strong></h4><p>Como você pode observar no decorrer da leitura, a  chave para resolver os problemas de segurança internos e externos da sua empresa é preciso contar com soluções específicas para esse fim.</p><p>Somente dessa forma é possível ter uma perspectiva mais ampla em relação à postura de acesso e segurança, proteção contra ameaças de dados.</p><p>Com a Security4IT você pode ter acesso as melhores ferramentas para a cibersegurança da sua empresa!</p><p>Entre em contato conosco e conheça o nosso vasto portfólio de soluções!</p><p>Gostou do conteúdo? Nós da <strong><a href="https://www.security4it.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Security4IT</a></strong> disponibilizamos muito mais no nosso blog para você, venha conferir! </p></div></div></div></article><nav class="navigation post-navigation" aria-label="Posts"></nav></div></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav>								</div>
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		<title>Seis melhores práticas para gerenciar a segurança na nuvem híbrida</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 02:15:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das grandes inovações tecnológicas que tem mudado a forma como as empresas trabalham é a computação na nuvem. Essa migração  das operações para a nuvem se fez necessária em uma velocidade ainda maior nos últimos meses, graças à ocorrência da pandemia e o impulso para o trabalho remoto.  O problema é que existem muitos [&#8230;]</p>
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									<article id="post-2746"><article id="post-2846"><article id="post-3098"><article id="post-3101"><article id="post-3107"><article id="post-3130"><div class="blog-content"><article id="post-3157" class="post-3157 post type-post status-publish format-standard has-post-thumbnail hentry category-artigos"><div class="blog-content"><div class="blog-content"><p>Uma das grandes inovações tecnológicas que tem mudado a forma como as empresas trabalham é a computação na nuvem.</p><p>Essa migração  das operações para a nuvem se fez necessária em uma velocidade ainda maior nos últimos meses, graças à ocorrência da pandemia e o impulso para o trabalho remoto. </p><p>O problema é que existem muitos desafios associados à transição para a nuvem, incluindo a diversidade e a amplitude dos controles de rede e segurança.</p><p>Diante dessa realidade, trouxemos no post de hoje as seis melhores práticas para o gerenciamento da segurança na nuvem híbrida.</p><p>Continue a leitura e fique por dentro de como realizar o gerenciamento da <strong>segurança na nuvem híbrida</strong>.</p><h4><strong>1. Use firewalls de última geração </strong></h4><p>A primeira dica que trazemos para você é utilizar firewalls mais recentes para garantir a segurança da sua nuvem híbrida.</p><p>Sem dúvidas, os controles de segurança nativos dos provedores de nuvem não são suficientes.</p><p>Então, se faz necessário o uso de  soluções de firewall de última geração, como um NGFW.</p><p>Esse modelo inclui recursos como reconhecimento e controle de aplicativos, prevenção de violação integrada e inteligência ativa contra ameaças. </p><h4><strong>2. Use objetos dinâmicos para ter segurança na nuvem híbrida</strong></h4><p>Na nuvem, as cargas de trabalho são provisionadas e desativadas dinamicamente.</p><p>Nesse modelo, os endereços IP mudam e essa característica não permite que  os firewalls tradicionais não consigam acompanhar. </p><p>Por isso, é necessário o uso dos objetos dinâmicos NGFW, que permitem que as empresas correspondam a um grupo de cargas de trabalho usando categorias nativas da nuvem.</p><h4><strong>3. Obtenha visibilidade de 360 ​​graus </strong></h4><p>A segurança dos dados deve ser avaliada tanto em seus serviços em nuvem quanto no caminho dos clientes da Internet e do data center. </p><p>Por isso, é fundamental ter uma visibilidade panorâmica e única de toda a propriedade da rede.</p><h4><strong>4. Avaliar o risco em sua totalidade para ter sempre segurança na nuvem híbrida</strong></h4><p>É comum que muitas empresas concentrem apenas serviços em nuvem quando se trata de gerenciar a segurança. </p><p>O problema é que isso deixa outros caminhos de rede vulneráveis, como os que são executados através da Internet e dos data centers.</p><p>Por isso, as empresas precisam monitorar ativamente essas áreas quanto a riscos com igual ponderação em termos de prioridade.  </p><h4><strong>5. Limpe as políticas de nuvem regularmente </strong></h4><p>Os grupos de segurança na nuvem são constantemente ajustados para dar conta de novos aplicativos. </p><p>Então, se uma empresa não tiver como prioridade a sua política de nuvem, ela logo ficará inchada, difícil de manter e arriscada. </p><p>Dessa forma, busque sempre manter os grupos de segurança na nuvem limpos e organizados para que eles sejam precisos, eficientes e não exponham seus dados em risco.  </p><h4><strong>6. Abrace o DevSecOps </strong></h4><p>A nuvem é um recurso perfeito para DevOps em termos de provisionamento fácil e ágil de recursos e segurança.</p><p>Entretanto, a metodologia raramente é usada para análise de risco e recomendações de correção. </p><p>Por isso, as empresas que desejam assumir o controle de sua segurança na nuvem devem prestar muita atenção a isso. </p><p>Então, antes que um novo risco seja introduzido, trate de obter uma verificação automática de risco hipotético como parte da solicitação de pull do código.</p><p>Somente com essa visibilidade e gerenciamento de rede é possível manter-se seguro em um ambiente de nuvem híbrida.</p><p>Realizar todas essas tarefas parece um trabalho árduo, não é mesmo?</p><p>Mas essa dor de cabeça não precisa ser um problema para a sua empresa!</p><p>O nosso parceiro AlgoSec oferece para a sua empresa a solução  AlgoSec Security Management Suite  (ASMS).</p><p>O ASMS facilita o suporte à sua jornada de migração para a nuvem, garantindo que ele não bloqueie serviços críticos de negócios e atenda aos requisitos de conformidade. </p><p>Entre em contato conosco e saiba como ter na sua empresa essa maravilha tecnológica!</p><p>Gostou do conteúdo? Nós da <strong><a href="https://www.security4it.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Security4IT</a></strong> disponibilizamos muito mais no nosso blog para você, venha conferir! </p></div></div></article><nav class="navigation post-navigation" aria-label="Posts"></nav></div></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav>								</div>
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		<title>O papel do Zero Trust nas organizações e como implementá-lo</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 02:12:21 +0000</pubDate>
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									<article id="post-2746"><article id="post-2846"><article id="post-3098"><article id="post-3101"><article id="post-3107"><article id="post-3130"><div class="blog-content"><article id="post-3157" class="post-3157 post type-post status-publish format-standard has-post-thumbnail hentry category-artigos"><div class="blog-content"><div class="blog-content"><p>Você já ouviu falar sobre o <strong>Zero Trust</strong>? Não faz muito tempo que a cibersegurança estava voltada exclusivamente em soluções pontuais, com foco no controle de acesso externo.</p><p>Em um cenário como esse, as preocupações com ameaças internas não eram postas em cheque.</p><p>Afinal, existia a falsa suposição que o ambiente corporativo era confiável.</p><p>O problema é que, com a evolução da tecnologia, os dispositivos fora do perímetro corporativo passaram a ser alvo dos agressores cibernéticos.</p><p>Por esse motivo, tornou-se necessário transformar a forma de lidar com a segurança nas corporações.</p><p>Em especial, em um cenário no qual os usuários estão trabalhando de forma remota, com os dados constantemente alocados na nuvem. </p><p>Nessa realidade, o Zero Trust surge como um modelo de segurança de rede contra os ataques de forma holística.</p><p>O Zero Trust utiliza um rigoroso processo de verificação de identidade baseado no conceito de que não devemos confiar em nada, nem dentro nem fora do perímetro da empresa.</p><p>No artigo de hoje, trouxemos para você sobre o papel do Zero Trust nas organizações e como implementá-lo.</p><p>Continue a leitura e fique por dentro desse tema de suma importância para a segurança da sua empresa!</p><h4><strong>O que é Zero Trust e qual o seu papel nas organizações?</strong></h4><p>O Zero Trust é uma estrutura de segurança na qual a empresa, por padrão, não confia em nada que esteja dentro ou fora de sua rede.</p><p>Dessa forma, afasta-se a ideia de confiança implícita na qual internamente os usuários não trazem riscos de violação de dados.</p><p>No Zero Trust, toda autenticação é restrita para os usuários e dispositivos que são autorizados na rede.</p><p>O fundamento da segurança de Zero Trust toca exatamente nas vulnerabilidades que surgem quando as empresas confiam demais nos usuários ou dispositivos. </p><p>Resumidamente, essa modalidade tem como papel:</p><ul><li aria-level="1">Reduzir a superfície de ataque da rede a partir da criação de zonas granulares;</li><li aria-level="1">Definir a área que deve ser protegida;</li><li aria-level="1">Mapear o fluxos de transação;</li></ul><ul><li aria-level="1">Criar políticas de segurança com base em processos de negócios;</li><li aria-level="1">Possibilitar uma resposta mais rápida diante dos incidentes.</li></ul><h4>Como implementar o Zero Trust na minha empresa?</h4><p>A implementação bem-sucedida do Zero Trust requer esforços tanto por parte da equipe de TI quanto dos colaboradores da empresa como um todo.</p><p>Para ter um ambiente seguro, é necessário ter confiança consistente, com a estrutura certa e ferramentas certas para executar. </p><p>Vejamos alguns passos para implementar o Zero Trust na sua empresa:</p><h4><b>Determine quem tem acesso ao quê</b></h4><p>O primeiro passo para projetar uma arquitetura como essa, é decidir quem tem permissão para fazer o quê.</p><p>Para isso,  determine quem tem acesso a quais recursos baseado nas necessidades que cada indivíduo tem para fazer seu trabalho. </p><h4><b>Certifique-se de que todos os dispositivos estão protegidos com Zero Trust</b></h4><p>A segurança dos dispositivos também tem um papel fundamental na implementação de uma política de segurança.</p><p>Por isso, certifique-se de que os dispositivos que as pessoas estão usando estão devidamente protegidos, pois os dispositivos IoT tem uma alta capacidade de proliferar ciberataques.</p><h4><b>Desenvolva uma forte política de segurança</b></h4><p>Para que o t0da sua empresa ofereça o máximo de eficiência, é necessário desenvolver e executar um plano que garanta protocolos e políticas consistentes.</p><p>Além disso, essas ações devem ser implementadas em toda a rede. </p><p>Não importa quem, onde ou o que eles desejam acessar, as regras devem ser consistentes. </p><p>Para isso, é necessário contar com ferramentas de segurança que operem tanto na sua rede na nuvem quanto no campo físico.</p><p>Conheça agora mesmo as soluções da <strong><a href="http://security4it.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Security4IT</a></strong> Zero Trust para manter a cibersegurança da sua empresa!</p><p>Entre em contato conosco e conheça o nosso portfólio de produtos. </p><p>Gostou do conteúdo? Nós da <strong><a href="http://security4it.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Security4IT</a></strong> disponibilizamos muito mais no nosso blog para você, venha conferir! </p></div></div></article><nav class="navigation post-navigation" aria-label="Posts"></nav></div></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav>								</div>
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		<title>Ex-funcionários e dados corporativos: como se proteger</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 02:10:13 +0000</pubDate>
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									<article id="post-2746"><article id="post-2846"><article id="post-3098"><article id="post-3101"><article id="post-3107"><article id="post-3130"><div class="blog-content"><article id="post-3157" class="post-3157 post type-post status-publish format-standard has-post-thumbnail hentry category-artigos"><div class="blog-content"><p>A preocupação com os dados corporativos não se restringe somente aos funcionários ativos.</p><p>Ex-funcionários podem ser uma dor de cabeça para o departamento de TI.</p><p>Isso porque, quando um funcionário é desligado ou pede demissão de uma empresa, é possível que ele delete e-mails e arquivos.</p><p>Inclusive, em alguns casos, essas ações são tomadas após a sua saída, quando a conta do mesmo não é desativada ou quando não trocam a senha de acesso.</p><p>E esse é um problemão!</p><p>Quando o histórico e dados importantes da empresa se perdem e não há uma forma de garantir a recuperação dessas informações, a empresa pode ter gargalos de compliance ou até mesmo judicial.</p><p>Pensando nesse cenário, listamos neste artigo algumas dicas para se proteger das ações indevidas de ex-funcionários.</p><p>Acompanhe a leitura!</p><h4>Alteração das senhas de acesso</h4><p>É de suma importância que o processo interno seja bem definido e ágil.</p><p>Dessa forma, ex-funcionários passam a não ter mais acesso à senha nos aplicativos de forma dados corporativos. </p><p>Por isso, garanta que a senha de acesso seja alterada rapidamente.</p><p>Assim, pessoas sem autorização não terão mais o acesso.</p><p>Pode parecer um passo simples, mas é fundamental para que os dados fiquem inalterados.</p><h4>Link de acesso ao OneDrive e E-mail</h4><p>Para os aplicativos do Microsoft 365, o departamento de TI pode criar um link de acesso ao OneDrive do ex-funcionário.</p><p>Dessa forma, é possível encaminhar para o gestor responsável, ou para o novo funcionário que deverá ter acesso às informações. </p><p>Através desse link, o novo responsável pode copiar os arquivos que deseja manter e salvar em um local seguro.</p><p>Então, mesmo que eles sejam deletados automaticamente após a exclusão da conta do usuário, os arquivos ficarão mantidos em outra conta.</p><p>Já para os e-mails, a alternativa é converter a caixa de correio do ex-funcionário em uma caixa compartilhada para um responsável.</p><h4>Criação de alertas</h4><p>Você sabia que um funcionário mal intencionado pode ser identificado através do seu comportamento nas aplicações do Microsoft 365?</p><p>Isso pode ser feito através da criação de alertas baseados em comportamentos.</p><p>Então por exemplo, ao ativar o alerta, é possível que você saiba quando: </p><ul><li aria-level="1">Arquivos são compartilhados com domínios não autorizados.</li><li aria-level="1">Arquivos são compartilhados com o e-mail pessoal;</li><li aria-level="1">Ocorre a deleção arquivos em massa;</li><li aria-level="1">Ocorre o download de arquivos em massa;</li></ul><p>Com isso, é possível ações de governança como suspender o usuário caso algum alerta seja disparado.</p><h4>Politicas de aplicação de rótulos de retenção</h4><p>O Microsoft 365 permite que o administrador das contas crie rótulos de retenção, um recurso que mantém os dados corporativos de forma automática.</p><p>Então, mesmo que o funcionário apague o arquivo, uma cópia fica retida em uma área de armazenamento de nuvem inacessível ao usuário. </p><p>A política de retenção ainda tem como função auxiliar a cumprir requisitos legais e de compliance que exigem manutenção dos dados por um determinado período.</p><p>Após esse tempo de retenção, você poderá decidir se apaga essas informações ou mantém no armazenamento.</p><h4>Pesquisa de Conteúdo</h4><p>Para recuperar arquivos, e-mails e conversas dos chats do Microsoft Teams, você pode utilizar o recurso de pesquisa de conteúdo.</p><p>Essa ferramenta é bastante utilizada em casos de investigação, onde existe suspeita de fraude, vazamento de informações ou para questões judiciais.</p><p>Na pesquisa de conteúdo já existem várias condições padrões que você pode utilizar para facilitar a leitura.</p><p>Não somente, você ainda pode dar visibilidade para descobrir quem são os funcionários que possuem informações sensíveis de pessoas físicas.</p><p>E aí, esse conteúdo foi útil para você? Nós da <a href="http://security4it.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Security4IT</a> disponibilizamos muito mais no nosso blog para você, venha conferir! </p></div></article><nav class="navigation post-navigation" aria-label="Posts"></nav></div></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav>								</div>
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		<title>Meus dados pessoais vazaram! E agora, o que fazer?</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 02:07:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Não importa o que você faça da vida, onde trabalhe, estude ou se divirta, os seus dados estarão na rede! E essas informações são as mais diversas, desde cópia dos documentos, endereços, perfil econômico, até mesmo fotos suas de rosto e vínculo familiar. Todos esses dados sensíveis estão disponíveis nos sistemas e internet, onde qualquer [&#8230;]</p>
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									<article id="post-2746"><article id="post-2846"><article id="post-3098"><article id="post-3101"><article id="post-3107"><article id="post-3130"><div class="blog-content"><article id="post-3157" class="post-3157 post type-post status-publish format-standard has-post-thumbnail hentry category-artigos"><div class="blog-content"><p>Não importa o que você faça da vida, onde trabalhe, estude ou se divirta, os seus dados estarão na rede!</p><p>E essas informações são as mais diversas, desde cópia dos documentos, endereços, perfil econômico, até mesmo fotos suas de rosto e vínculo familiar.</p><p>Todos esses dados sensíveis estão disponíveis nos sistemas e internet, onde qualquer mal-intencionado pode ter acesso.</p><p>O último vazamento registrado ocorreu em agosto de 2019, onde foi noticiado que cerca de 223,74 milhões de brasileiros (incluindo falecidos) tiveram seus dados roubados.</p><p>Até hoje, a origem do vazamento ainda não foi identificada.</p><p>Contudo, devido ao tipo de conteúdo, há fortes indícios que os dados foram compilados do Serasa Experian.</p><p>E aí, o que fazer quando os seus dados vazarem?</p><p>Para te ajudar nesse momento delicado, desenvolvemos esse artigo com algumas orientações para você.</p><p>Acompanhe a leitura.</p><h4>O que fazer se os meus dados pessoais vazarem?</h4><p>O primeiro passo é questionar a empresa que estava responsável pelos dados quando o vazamento ocorreu.</p><p>Lembre-se que toda empresa tem um profissional responsável pela proteção de dados.</p><p>Então, ele deve responder seus questionamentos e informar se houve vazamento ou não. </p><p>Caso o vazamento seja confirmado, você deve realizar um boletim de ocorrência descrevendo quais dados foram roubados e em quais circunstâncias.</p><p>Se os seus dados bancários forem vazados também, entre em contato com os seus bancos e veja a melhor forma de proceder.</p><p>Com relação a e-mail ou conta exposta, o caminho mais fácil é trocar a senha de acesso por uma combinação mais segura.</p><p>Outra dica é utilizar a autenticação multifatorial ou de dois fatores.</p><p>Esse é um método no qual a identificação dos usuários é feita através da combinação de dois ou mais componentes diferentes.</p><p>Por fim, é de suma importância redobrar a atenção após o vazamento dos seus dados.</p><p>Isso porque, uma vez que os dados ficam expostos, públicos, é quase impossível tirá-los da internet. </p><p>Então, com os seus dados, os golpistas podem aplicar golpes mais elaborados visto as informações precisas que eles têm sobre você. </p><h4>Como proceder no dia a dia?</h4><p>Vamos supor que você visitará um amigo no condomínio dele, é comum que a portaria solicite dados como nome, RG ou CPF e morador a ser visitado.</p><p>Nesse caso, a identificação solicitada tem como objetivo garantir a segurança do condomínio.</p><p>Mesmo sendo legal o fornecimento das informações, você pode questionar se, após a utilização para a visita, as informações serão armazenadas ou usadas para alguma outra finalidade. </p><p>Caso seja para outra finalidade, mostre o seu desacordo e solicite a exclusão dos dados.</p><p>O caso do condomínio é somente uma das inúmeras situações em que os seus dados são registrados.</p><p>Hospitais, hotéis, lojas, companhias aéreas, etc captam as suas informações.</p><p>Por isso, você deve sempre questionar como será a utilização dos nossos dados e por qual período. </p><h4>Como proceder se você tem uma empresa que lida com dados de terceiros</h4><p>Os dados de terceiros devem ser protegidos através de uma segurança absoluta, por meio de treinamento dos funcionários e dispositivos tecnológicos que garantam a proteção desses dados.</p><p>É de suma importância que todos os envolvidos na empresa tenham uma cultura de tratamento das informações, sempre seguindo procedimentos e códigos de conduta.</p><p>Além disso, é preciso verificar se a sua empresa está seguindo as exigências da LGPD em nível de segurança.  </p><p>Se você achou pertinente essas informações, leia mais artigos sobre tecnologia e cibersegurança navegando aqui no blog da <a href="http://security4it.com.br/">Security4IT</a> !</p></div></article><nav class="navigation post-navigation" aria-label="Posts"></nav></div></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav>								</div>
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		<title>5 principais riscos da VPN</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 02:05:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O uso das Redes Privadas Virtuais (VPNs) ascendeu desde o início da pandemia. Afinal, com o aumento do percentual de funcionários remotos, foi necessário que esses colaboradores passassem a ter acesso a rede através do VPN. Todavia, para o TI, mesmo sendo uma tecnologia interessante, o VPN sempre preocupou, tendo em vista suas limitações e vulnerabilidades. Hoje, [&#8230;]</p>
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									<article id="post-2746"><article id="post-2846"><article id="post-3098"><article id="post-3101"><article id="post-3107"><article id="post-3130"><div class="blog-content"><p>O uso das Redes Privadas Virtuais (VPNs) ascendeu desde o início da pandemia.</p><p>Afinal, com o aumento do percentual de funcionários remotos, foi necessário que esses colaboradores passassem a ter acesso a rede através do VPN.</p><p>Todavia, para o TI, mesmo sendo uma tecnologia interessante, o VPN sempre preocupou, tendo em vista suas limitações e vulnerabilidades.</p><p>Hoje, os VPNs ainda não conseguem alcançar o ritmo das evoluções das ameaças cibernéticas.</p><p>Por isso, cibercriminosos do mundo inteiro exploram a fragilidade desse tipo de rede para direcionar ataques dos mais diversos tipos.</p><p>Atualmente, a cibersegurança passou a ser um ponto de extrema importância, afinal, é compreendido pelas organizações a relevância da segurança dos dados para qualquer negócio.</p><p>Então, manter tecnologias tradicionais que não suportam arquiteturas Zero Trust para fornecer acesso remoto seguro deve se tornar obsoleto nos próximos anos. </p><p>Nesse cenário, de acordo com um <strong><a href="https://inforchannel.com.br/2021/07/05/os-tres-principais-riscos-do-uso-da-vpn/" target="_blank" rel="noopener">levantamento da Gartner</a></strong>, 60% das empresas eliminaram a maior parte de suas redes privadas virtuais (VPNs) de acesso remoto em favor da confiança zero até 2023<b>.</b></p><p>E aí, a sua empresa ainda utiliza o VPN como recurso de acesso remoto?</p><p>Continue a leitura desse artigo e conheça os 5 principais riscos do VPN.</p><h4>Alto risco de violações de segurança</h4><p>Uma das principais preocupações do time de TI com o uso das VPNs é a alta exposição que esse tipo de tecnologia expõe a rede da empresa.</p><p>Na realidade, todos dados podem estar sob ameaça de DDoS, ataques de sniffing e spoofing. </p><p>O grande problema é que, se um invasor ou malware violar uma rede por meio de um dispositivo, o mesmo poderá derrubar a rede inteira.</p><p>Está vendo? Um único dispositivo comprometido conectado à rede pode causar um grande problema para a empresa inteiro!</p><p>Quando o dispositivo tem acesso a rede sem VPN, os usuários obterão login único nos aplicativos internos e SaaS. </p><p>Dessa forma, é possível ter acesso na camada de aplicativos, removendo os riscos de qualquer ataque no nível da rede.</p><h4>O VPN traz riscos de baixa escalabilidade e má experiência para os usuários </h4><p>Outro ponto de desvantagem do VPN é que ele não foi feito para uma demanda muito grande de forma de trabalho remota.</p><p>Na verdade, essa tecnologia foi implantada para atender uma pequena porcentagem de funcionários por vez.</p><p>Então, quando a maior parte da força de trabalho é remota, as VPNs se tornam gargalos.</p><p>Isso porque, em casos em que são utilizados aplicativos cliente-servidor tradicionais, ocorre um consumo muito grande da banda larga.  </p><h4>Pouco gerenciamento dos dispositivos conectados na VPN</h4><p>Os dispositivos em que os VPNs são utilizados geralmente não podem ser gerenciados pela equipe de TI.</p><p>Com isso, não é possível ter o conhecimento da saúde dos dispositivos.</p><p>Dessa forma, caso este esteja infectado com malware de keylogging ou captura de tela, o TI ficará cego sobre esse tipo de evento.</p><p>Assim, os invasores podem usar tranquilamente todos os recursos que acharem necessários para obter dados confidenciais.</p><h4>VPNs não são projetadas para detectar violações</h4><p>Mesmo que um invasor ou malware esteja realizando ações maliciosas e suspeitas, as VPNs conseguem detectar esses tipos de atividade.</p><p>Dessa forma, se torna inviável tomar alguma ação corretiva. não foram projetadas para detectar ou tomar ações corretivas.</p><p>Nessa realidade, tendo em vista esse tipo de limitação fornecido pelas VPNs, a falta de monitoramento por parte do departamento de TI pode ocasionar em consequências catastróficas. </p><h4>O VPN traz riscos de comprometimento da privacidade dos funcionários</h4><p>Por último, e não menos importante, as VPNs transportam todo o tráfego dos dispositivos e contas para um datacenter único, e isso inclui o tráfego pessoal.</p><p>Ou seja, até mesmo os dados que não dizem respeito à organização, e que faz parte do cunho pessoal do colaborador, podem estar sendo entregues ao banco de dados da empresa.</p><p>Se você achou pertinente essas informações, leia mais artigos sobre tecnologia e cibersegurança navegando aqui no blog da <strong><a href="http://security4it.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Security4IT</a></strong> !</p></div></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav>								</div>
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		<title>Boas práticas de segurança para o Office 365</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 02:03:12 +0000</pubDate>
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									<article id="post-2746"><article id="post-2846"><article id="post-3098"><article id="post-3101"><article id="post-3107"><article id="post-3130"><div class="blog-content"><p>Uma das práticas mais comuns de quem utiliza o Office 365 é utilizar as configurações padrões do produto.</p><p>Afinal, o que poderia dar errado se você não alterou nada, não é mesmo?</p><p>Mas esse é um pensamento errôneo! Na verdade, manter o Office 365 com as configurações básicas pode te colocar em risco!</p><p>Por isso, é necessário realizar algumas configurações mínimas.</p><p>Dessa forma, você poderá garantir a segurança dos seus dados em nuvem. </p><p>Atualmente, o Office 365 é o braço direito de muitas organizações, tendo em vista que esse pacote de aplicativos aumenta a mobilidade e produtividade da equipe.</p><p>À medida que os dados são transferidos para a nuvem, é de suma importância que você cuide da segurança dessas informações.</p><p>Para te ajudar nessa missão, separamos aqui X boas práticas de segurança para implementar no seu Office 365.</p><p>Continue a leitura e aprenda tudo!</p><h4>Crie uma política de senha forte</h4><p>Um dos principais pontos de atenção quando falamos em segurança digital é a configuração das senhas.</p><p>Por isso, ter uma política de senha forte na sua equipe é uma boa prática que deve ser inserida no cotidiano.</p><p>Então, para ajudar na educação dos usuários, os administradores de TI precisam impor regras como banir senhas comuns e exigir tamanho mínimo de senha de 8 caracteres.</p><p>Além disso, é preciso conscientizar os funcionários de que senhas fracas aumentam a probabilidade de comprometimento dos dados!</p><h4>Implementar autenticação multifatorial</h4><p>Autenticação multifatorial ou de dois fatores é um método no qual a identificação dos usuários é feita através da combinação de dois ou mais componentes diferentes.</p><p>Esses componentes são sempre algo que o usuário possui ou algo que é inseparável do usuário.</p><p>Então, por exemplo, a autenticação multifatorial pode requerer que, além da sua senha, você faça login com uma chamada telefônica, mensagem de texto ou notificação de aplicativo.</p><h4>Gerenciamento de direitos</h4><p>O gerenciamento de direitos é um recurso que utiliza a famosa criptografia.</p><p>Basicamente, essa configuração protege documentos e e-mails para que apenas os destinatários possam usar os documentos. </p><p>Além disso, você poderá definir regras de expiração de conteúdo e configurações de acesso off-line.</p><p>Dessa forma, é possível fazer todo o gerenciamento remoto dos documentos.  </p><p>Mas atenção: o recurso gerenciamento de direitos requer licença do E3 ou licença complementar do gerenciamento de direitos do Azure.</p><h4>Utilizar o Office 365 Cloud App Security</h4><p>O Office 365 Cloud App Security é uma ferramenta da própria Microsoft que permite monitorar atividades suspeitas.</p><p>Assim, você pode definir políticas para acionar alertas e ver como os dados são acessados ​​e utilizados.</p><p>Além disso, através do Cloud App Security, você pode revisar as atividades arriscadas do usuário e resolver os problemas de segurança.</p><h4>Criar DLP – Data Loss Prevention Policies</h4><p>As políticas de prevenção de perda de dados protegem as informações confidenciais da sua empresa contra o vazamento.</p><p>Dessa forma, esses dados não poderão ser enviados ou compartilhados para pessoas não autorizadas.</p><p>Bem, a depender do seu tipo de negócio, o DLP poderá ter um formato diferente de uma outra organização.</p><p>Então, por exemplo, essas políticas podem ser acionadas por números, palavras-chave, senhas ou identificadores de dados.</p><p>Além disso, o DLP também funciona com o SharePoint, Exchange e OneDrive.</p><p>Assim, os usuários podem trabalhar com segurança de forma ininterrupta em todos os aplicativos.</p><h4>Avaliar a Segurança com o Office 365 Secure Score</h4><p>O Office 365 Secure Score é uma ferramenta bastante interessante desse pacote.</p><p>Ele analisa e compara suas configurações de atividade e segurança a uma linha de base definida pela Microsoft.</p><p>Com isso, a própria Microsoft faz recomendações para melhorar sua segurança. </p><p>Interessante, não é mesmo?</p><p>E aí, esse conteúdo foi útil para você? Nós da <a href="http://security4it.com.br/">Security4IT</a> disponibilizamos muito mais no nosso blog para você, venha conferir!</p></div></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav>								</div>
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		<title>4 dicas para priorizar o investimento em segurança</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 02:00:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As ameaças cibernéticas tomam conta do ambiente de TI das corporações do mundo todo e se proteger dos maliciosos tem se tornado uma missão cada vez mais complicada. Nesse cenário, é fundamental priorizar o investimento em segurança. Afinal, tendo em vista as ações cada vez mais silenciosas dos cibercriminosos, é fundamental ter disponível, tecnologias que apresentem respostas [&#8230;]</p>
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									<article id="post-2746"><article id="post-2846"><article id="post-3098"><article id="post-3101"><article id="post-3107"><article id="post-3130"><div class="blog-content"><p>As ameaças cibernéticas tomam conta do ambiente de TI das corporações do mundo todo e se proteger dos maliciosos tem se tornado uma missão cada vez mais complicada. Nesse cenário, é fundamental <strong>priorizar o investimento em segurança</strong>.</p><p>Afinal, tendo em vista as ações cada vez mais silenciosas dos cibercriminosos, é fundamental ter disponível, tecnologias que apresentem respostas mais efetivas.</p><p>Veja nesse artigo, 4 dicas para priorizar o investimento em segurança.</p><p>Continue a leitura!</p><h4><strong>É crucial que o TI esteja alinhado a estratégias do negócio</strong></h4><p>Em primeiro lugar, a alta gestão da sua empresa precisa compreender que o setor de TI não é um departamento à parte na organização.</p><p>Por isso, é essencial que, no orçamento da empresa, a segurança da informação seja uma prioridade também.</p><p>Mesmo parecendo algo óbvio, muitos gestores de segurança têm problemas para se relacionar com seus líderes.</p><p>Isso porque, geralmente, é desconhecido pela diretoria a importância de investir na proteção dos dados da empresa.</p><p>Nessa realidade, o CIO precisa apresentar dados concretos, mapear seu orçamento e projetos para proteger seus fluxos de receita. </p><h4><strong>Seja mais persuasivo na abordagem </strong></h4><p>As soluções de segurança nos seus mais diversos níveis de abordagem estão crescendo no conceito de importância para as organizações.</p><p>Nesse momento, é fundamental os líderes de segurança reconheçam que o uso de compliance é uma das principais maneiras de convencer os executivos a investir em segurança<b>.</b></p><p>A dica aqui é misturar a emoção e dados empíricos reais que suportam a história.</p><p>Dessa forma, é possível ter mais chance de sucesso na persuasão. </p><h4><strong>A tendência dos cibercrimes é aumentar </strong></h4><p>De acordo com os dados da Cybersecurity Ventures estima-se que o custo do cibercrime é de 6 trilhões de dólares<b> </b>somente em 2021.</p><p>Em contrapartida, os investimentos globais com produtos e serviços de cibersegurança é de menos de 1 trilhão no mesmo ano. </p><p>Como você pode observar, a conta não fecha! </p><p>O mercado de TI ainda cresce a passos lentos e o mercado de segurança da informação é ainda mais atrasado.</p><p>Para tentar conter os ataques de hackers que cresceram exponencialmente durante a pandemia, segundo o PwC Digital Trust Insights 2022, cerca de 83% das organizações empresariais no Brasil devem aumentar o investimento em segurança cibernética.</p><p>A sua empresa não ficará para trás, não é mesmo?</p><h4><strong>Expanda seu orçamento para segurança do negócio</strong></h4><p>Para priorizar o investimento em segurança, é necessário que os líderes de TI apresentem todos os aspectos dos processos de negócios que dependem de proteção.</p><p>Além disso, enraizar que o ciclo de vida de receita do negócio interage diretamente com o ciclo de vida dos ciberataques.</p><p>Basicamente, os ciberataques acontecem em cinco estágios: pesquisa, infiltração, descoberta, captura e infiltração de informações. </p><p>Por isso, no momento de planejar o orçamento, é fundamental que os líderes considerem todos os cinco antes de decidir onde investir estes fundos.</p><p>É fundamental que todos tenham noção que o mercado do cibercrime é altamente lucrativo e é por isso que se explora tanto as vulnerabilidades das organizações.</p><p>Tá na hora de investir em segurança da informação e deseja soluções com tecnologia de ponta para a sua empresa?</p><p>Conte com a <a href="https://www.security4it.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Security4IT</a>!</p><p>Entre em contato conosco e fique por dentro do nosso portfólio de produtos! </p><p>Essas informações foram úteis para você? Nós da <a href="https://www.security4it.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Security4IT</a> disponibilizamos muito mais no nosso blog para você, venha conferir!</p></div></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav></article><nav aria-label="Posts"></nav>								</div>
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